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Joao Batista
Joao Batista

Uma escolha difícil para muitos, foi bem fácil para João Batista.

Logo em 18 de agosto de 2010, dia em que completaria 46 anos, o seu Sport Club Internacional iria disputar a final da Conmebol Libertadores.

Que presentão do destino!

Uma escolha difícil para muitos, foi bem fácil para João Batista.

Logo em 18 de agosto de 2010, dia em que completaria 46 anos, o seu Sport Club Internacional iria disputar a final da Conmebol Libertadores.

Que presentão do destino!

Joao Batista

E por falar em presente, João ganhou um ingresso para a partida.

Só tinha um detalhe: uma festa de aniversário já preparada na sua casa, com tudo comprado, além dos amigos e parente já convidados.

Aí vem a primeira decisão: a festa tinha que acontecer, mas sem o aniversariante.

Sem avisar ninguém, João Batista pegou seu Ford Fusion na manhã do dia 18 e percorreu mais de 150 quilômetros do litoral gaúcho até o estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, para aí sim acompanhar uma decisão sofrida.

O caminho inteiro foi uma festa. Nada se compara à emoção de assistir ao seu time numa final da Copa Conmebol Libertadores. Confiante, ele amarrou uma bandeira do Inter de um vidro ao outro, deixando que ela tremulasse por cima da sua “nave” ao longo de todo o trajeto. Já nas proximidades do estádio, em meio ao mar de torcedores colorados, a festa de João não era mais solitária: a cada buzinada, ele recebia em troca um aceno, aplausos ou um grito de “vai, Inter!”.

Chegou cedo. Estacionou o Fusion e foi logo garantir o seu lugar.

O time do Internacional começou perdendo, mas virou e venceu o Chivas, do México, por um placar de 3 a 2. E João finalmente pode comemorar junto com mais de 50 mil outros colorados naquela noite histórica.

Tudo porque ele confiou.

E por falar em presente, João ganhou um ingresso para a partida.

Só tinha um detalhe: uma festa de aniversário já preparada na sua casa, com tudo comprado, além dos amigos e parente já convidados.

Aí vem a primeira decisão: a festa tinha que acontecer, mas sem o aniversariante.

Sem avisar ninguém, João Batista pegou seu Ford Fusion na manhã do dia 18 e percorreu mais de 150 quilômetros do litoral gaúcho até o estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, para aí sim acompanhar uma decisão sofrida.

O caminho inteiro foi uma festa. Nada se compara à emoção de assistir ao seu time numa final da Copa Conmebol Libertadores. Confiante, ele amarrou uma bandeira do Inter de um vidro ao outro, deixando que ela tremulasse por cima da sua “nave” ao longo de todo o trajeto. Já nas proximidades do estádio, em meio ao mar de torcedores colorados, a festa de João não era mais solitária: a cada buzinada, ele recebia em troca um aceno, aplausos ou um grito de “vai, Inter!”.

Chegou cedo. Estacionou o Fusion e foi logo garantir o seu lugar.

O time do Internacional começou perdendo, mas virou e venceu o Chivas, do México, por um placar de 3 a 2. E João finalmente pode comemorar junto com mais de 50 mil outros colorados naquela noite histórica.

Tudo porque ele confiou.

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