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O ano era 2011, o local era o estádio municipal Paulo Machado de Carvalho – o famoso Pacaembu – e o motivo era a final da Conmebol Libertadores de 2011, ou melhor, os ingressos para essa final.

O ano era 2011, o local era o estádio municipal Paulo Machado de Carvalho – o famoso Pacaembu – e o motivo era a final da Conmebol Libertadores de 2011, ou melhor, os ingressos para essa final.

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Tânia Vaini, santista e mãe de quatro santistas, quando viu que o seu time tinha passado para a decisão da competição, não teve dúvidas: estaria lá junto com o Peixe.

Mas tão importante quando o esquema tático em campo era a estratégia para assistir a essa partida. Na noite anterior à abertura da venda dos ingressos, Tânia escalou Guilherme, um de seus filhos, para ficarem juntos na fila da bilheteria. Eles só não contavam com um adversário tão forte: o frio que fez naquela noite. As horas foram passando, passando e a bandeira que usaram como cobertor não segurava o ataque do vento.

Lá pelas tantas da madrugada, quando a friagem estava vencendo, ela ligou para o marido, que chegou dirigindo um Ford EcoSport. Foi aí que o jogo virou.

Tânia e Guilherme começaram uma tabelinha: enquanto um ia se aquecer no ar quente do SUV, o outro guardava lugar na fila. E assim foi até o amanhecer, quando a bilheteria abriu e eles voltaram para casa vitoriosos, com os ingressos na mão e de carona no EcoSport.

A maior vitória, porém, veio com o Santos dando show em campo naquela decisão. Quando o juiz apitou o final da partida, o placar indicava uma vitória de 2 a 1 sobre o Peñarol. Nesse dia não teve frio que segurasse o calor daquela torcida tricampeã da Conmebol Libertadores. E a Tânia estava lá, abraçada aos seus filhos e à bandeira.

Tudo porque ela confiou.

Tânia Vaini, santista e mãe de quatro santistas, quando viu que o seu time tinha passado para a decisão da competição, não teve dúvidas: estaria lá junto com o Peixe.

Mas tão importante quando o esquema tático em campo era a estratégia para assistir a essa partida. Na noite anterior à abertura da venda dos ingressos, Tânia escalou Guilherme, um de seus filhos, para ficarem juntos na fila da bilheteria. Eles só não contavam com um adversário tão forte: o frio que fez naquela noite. As horas foram passando, passando e a bandeira que usaram como cobertor não segurava o ataque do vento.

Lá pelas tantas da madrugada, quando a friagem estava vencendo, ela ligou para o marido, que chegou dirigindo um Ford EcoSport. Foi aí que o jogo virou.

Tânia e Guilherme começaram uma tabelinha: enquanto um ia se aquecer no ar quente do SUV, o outro guardava lugar na fila. E assim foi até o amanhecer, quando a bilheteria abriu e eles voltaram para casa vitoriosos, com os ingressos na mão e de carona no EcoSport.

A maior vitória, porém, veio com o Santos dando show em campo naquela decisão. Quando o juiz apitou o final da partida, o placar indicava uma vitória de 2 a 1 sobre o Peñarol. Nesse dia não teve frio que segurasse o calor daquela torcida tricampeã da Conmebol Libertadores. E a Tânia estava lá, abraçada aos seus filhos e à bandeira.

Tudo porque ela confiou.

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